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Correntes d’Escritas: 66 escritores e mais um mega-lançamento de Bolaño

Contem com menos escritores do que no ano passado: são (só) 66. Mas há motivos de interesse de sobra. A 11ª edição do Correntes d’Escritas (Encontro de Escritores de Expressão Ibérica) decorre na Póvoa de Varzim de 24 a 27 de Fevereiro e promete. A começar pela conferência de abertura, a cargo da ministra da Educação – e também escritora – Isabel Alçada, sob o tema “Leitura, Escrita e Educação”.

Escritores? Mais que muitos: A. M. Pires Cabral, Ana Luísa Amaral, Maria Teresa Horta, valter hugo mãe, Rui Zink, Eduardo Pitta, Inês Pedrosa, Francisco José Viegas, João de Melo, Patrícia Reis, João Tordo, Manuel Jorge Marmelo, Manuel da Silva Ramos, Mário Zambujal, Dulce Maria Cardoso são alguns dos portugueses.

Mas há os brasileiros Zuenir Ventura ou Bernardo Carvalho, os angolanos Luandino Vieira e Manuel Rui os espanhóis Ricardo Menéndez Salmon e Isaac Rosa, o cabo-verdiano Germano Almeida, o moçambicano Malangatana, o colombiano Hector Abad Faciolince, o uruguaio Milton Furnar, a francesa Catherine Dumas,  o argentino Pablo Ramos ou o mexicano Gonzalo Celorio.

No Correntes serão lançados 22 livros, entre os quais um “especial. É “O Terceiro Reich”, mais um título póstumo do chileno Roberto Bolaño, editado pela Quetzal.

O evento literário vai ainda ser marcada pelo anúncio do vencedor do Prémio Literário Casino da Póvoa, no valor de 20 mil euros, e pela cerimónia de atribuição dos Prémios de Edição Booktailors/ LER.

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