Mais coisa, menos coisa, era inevitável: valter hugo mãe foi mesmo o escritor português mais vendido na feira do livro das Correntes d’Escritas, revelou à Lusa o proprietário da Locus.
E a coisa – termo que serve invariavelmente para tudo, recordou Mário Zambujal nas Correntes – era inevitável porque valter hugo mãe não teve um (único) instante de sossego. Onde se avistava valter hugo mãe, fosse onde fosse, lá estavam quatro ou cinco pessoas (na melhor das hipóteses) de livro estendido e caneta apontada.
No limite, é justo dizer que foi o escritor que mais autógrafos deu: só depois da sua intervenção (magnífica, aliás) na mesa redonda, esteve cerca de 20 minutos a assinar e a trocar dois dedos de conversa com uma fila – que parecia interminável – de leitores e admiradores.
Depois do Prémio Saramago em 2007 e de ter lançado o seu último romance há pouco mais de um mês («a máquina de fazer espanhóis», pela Objectiva), é justo dizer que valter hugo mãe assume o estatuto de superstar literária.
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Nome: Pedro F. Guerreiro
Número de Artigos: 26
Jornalista. Amante de literatura, política, cinema, música, desporto e senhoras. Seguir, aqui: http://objectoquase.blogspot.com
