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No Congo há luta livre para além de Hulk Hogan & Co.

O comum dos mortais associará imediatamente a palavra “wrestling” a W.W.E., a milionária companhia norte-americana cujos programas são transmitidos um pouco por todo o mundo. Os mais conhecedores da matéria talvez sejam capazes de indicar ligas como a T.N.A., C.Z.W. ou R.O.H.. Porém, a realidade da luta livre não se limita ao mundo ocidental, onde as companhias mais reconhecidas do grande público têm uma maior componente de espectáculo cénico do que de luta livre propriamente dita.

Mas, há ainda quem dê o corpo ao manifesto, não em troca de contratos milionários, mas por amor à luta livre. Um bom exemplo disso chega-nos da República Democrática do Congo, de onde, através da objectiva do fotógrafo Colin Delfosse, nos chegam imagens impressionantes de um grupo daquele país que se dedica à modalidade. A dinâmica das fotos convida-nos a entrar dentro do próprio ringue, não se esquecendo contudo de nos mostrar os momentos que antecedem os combates.

Num cenário que muitos não identificarão com aquilo a que estão habituados a ver na televisão, esta é a prova de que mesmo uma modalidade capaz de gerar tantos amores como ódios por um tão grande número de gente, é ao mesmo tempo um elemento em comum entre jovens e adultos dos Estados Unidos da América, México, Portugal e, pelos vistos, R.D. do Congo.

Todos as fotos são propriedade de Colin Delfosse. As restantes fotos deste projecto podem ser vistas aqui!

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